26 de Jan de 2011, por

Monty Python goes Steam!

Terry Gilliam vai produzir a animação steampunk 1884

Link:

http://www.omelete.com.br/cinema/terry-gilliam-vai-produzir-animacao-steampunk-1884/

Não deixem de ver o trailer…

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Até ler o artigo na Revista Piauí, nunca tinha ouvido falar em SteamPunk. Mas já tinha, por várias vezes, desejado viver nos anos 1800, atraído pelo modo de vida descrito em muitos dos livros ambientados na época. Vivendo em nossa era dos contatos à distância, em que encontros reais com amigos ficam cada vez mais complicados de agendar e os prazeres à mesa são prejudicados pelas neuroses alimentares, eu sempre invejei personagens como os de Machado de Assis e Eça de Queiroz. Ah, levar a vida entre bailes, festas e saraus! Jantares do dia a dia com direito a entrada, um belo assado como prato principal, vinhos, sobremesas, tudo isso arrematado com zero de culpa, mas com muito café, licores, conhaque e charutos…

Vi-me então, motivado a escrever para o Bruno Accioly. No dia eu não saberia explicar por que, mas hoje vejo que o fiz por ter ficado surpreendido ao ver que a quantidade de gente que parecia partilhar comigo este sentimento era suficiente para criar um movimento com nome, sites e até eventos periódicos. Carta – ops – email vai, email vem, acabei topando escrever um artigo.

Antes, cumpria saber mais sobre o assunto. Escarafunchando um pouco os textos e vídeos do site, porém, logo percebi que o Steam do nome do movimento não aludia ao vaporzinho que sai do chá, mas à fumaça expelida pelas máquinas que fizeram do Século XIX uma época de transformações radicais do mundo, para o bem e para o mal. O SteamPunk não era um bando de saudosos como eu, mas pessoas fascinadas com a percepção do que aconteceu, e as coisas que surgiram naquela época, reverberam até hoje em nossas vidas.

Será que eu tinha ficado novamente sozinho, a esperar parceiros para o Voltarete? Acho que não. Porque no meu entendimento, a essência do SteamPunk é a noção de que os 1800 é que definiram nosso mundo como ele é hoje, foram o ponto de inflexão entre um mundo rural, movido a animais e comandado pela religião, e nosso mundo urbano, movido a petróleo e comandado pelo dinheiro. Era um tempo em que os homens sentiam que seriam capazes de tudo com a ajuda da Ciência. Essa visão, ao mesmo tempo ingênua e prepotente, levou tanto a grandes feitos de ousadia, como a grandes equívocos. Tal ambiguidade está contemplada no SteamPunk, na forma de um certo desencanto com o rumo que as coisas tomaram. A Tecnologia que mesmerizou as pessoas não cumpriu todas as promessas, e trouxe e ainda traz conseqüências indesejadas.

E é aí que eu volto a me sentir na companhia dos Steamers, pois o que é minha nostalgia senão o corolário deste desencanto? Portanto, deixo sobre a mesa o chá e os biscoitos, mando afinar a pianola e espero os amigos chegarem para o sarau steam.

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mortalengines

Segundo o jornal neozelandês The Dominion Post, Peter Jackson está preparando uma adaptação ao cinema do livro de fantasia e ficção científica Mortal Engines, o primeiro dos quatro volumes conhecidos por Hungry City Chronicles, do autor britânico Philip Reeve.

O jornal ainda aponta o envolvimento no projeto da Weta Workshop, estúdio de Jackson que cuida de designs, prostéticos e objetos de cena (enquanto a empresa-irmã Weta Digital cria os efeitos visuais). Um porta-voz de Jackson confirmou que o projeto está em pauta, mas que mais comentários deverão vir do próprio diretor.

A história se passa num mundo pós-apocalíptico steampunk, devastado por um grande holocausto nuclear conhecido como a Guerra dos 60 Minutos. Os humanos agora sobrevivem através de um sistema de “darwinismo municipal”, em que as cidades são máquinas gigantes que precisam consumir umas às outras para sobreviver.

Ainda não há mais detalhes sobre o projeto. Tudo indica que Jackson apenas comprou os direitos do livro, publicado originalmente em 2001, para adaptá-lo futuramente.

FONTE: Omelete.com.br

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A Tecnologia na Literatura Fantástica… do Cyberpunk ao Steampunk
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Se estiverem em BH no dia, sintam-se convidados! Após o bate-papo haverá sessão de autógrafos dos livros Os Dias da Peste (romance de Fabio Fernandes) e Steampunk – Histórias de um Passado Extraordinário (coletânea).
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Dia 12/12 – Bate Papo: Cyberpunk x Steampunk (em Belo Horizonte/MG)
Flávio Medeiros e Fábio Fernandes farão uma conversa a respeito dos dois subgêneros da FC no Café com Letras (www.cafecomletras.com.br) das 10:30h às 13:30h.
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Veja o Flyer:
http://www.tarjaeditorial.com.br/convites/convite_ccl.htm

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23 de Oct de 2009, por

Mascotes Steampunk

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Para aqueles que não querem deixar de fora do vapor punk nem seus animais de estimação, uma visita a este site será deveras proveitosa: http://www.zazzle.com/steampunk+pet+clothing

Para o seu melhor amigo acompanhá-lo até na Era Vitoriana…

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Indicado pelo colaborador Júlio Primo o excelente video abaixo:

Steam Trek

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19 de Oct de 2009, por

Lançada a SteamPedia

Damas e Cavalheiros,

Foi colocada no ar, na madrugada do dia 18 de Outubro de 2009, a Enciclopédia Brasileira SteamPunk, com o nome de SteamPedia.

Acessível no endereço www.steampedia.com.br, a enciclopédia é uma ferramenta muito semelhante a www.wikipedia.com.br, mas contando com um mecanismo de moderação de verbetes propostos.

Fonte por Bruno Accioly

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23 de Sep de 2009, por

SteamPunk – Star Trek

Continuando o último post, agora com imagens que fazem a fusão tão sugerida entre os exploradores do espaço distante, para os exploradores do sistema solar. Algo que imagino ser uma evolução do Homem a Lua de Verne.

Gostou? Pode-se conferir mais em:

http://www.rabittooth.com/OtherWallpapers.htm

e

http://jornadanasestrelas.com/index.php?pag=noticia&id_noticia=603&id_menu=22

Vida longa e prospera!!!!!

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Não é necessário supor que a ficção cientifica tem os pés na era vitoriana e que o SteamPunk é uma de suas manifestações indiretas. Esta no DNA da ficção cientifica o choque da evolução da ciência e tecnologia com os aspectos morais do ser humano.

Com o universo elegante e fantástico do SteamPunk não é difícil buscar algumas inspirações de terceiros para compor algumas combinações interessantes, ao mesmo tempo que notamos como todo o universo fantástico literário esta conectado.

Não é de hoje que podemos através do google, o oráculo moderno, verificar que existe o SteamPunk Star Wars, aproximando o visual do embate das duas trilogias ao confronto de cavaleiros que permeia o herói vitoriano. É possível se embrenhar ainda mais no “croosover”, não seria difícil imaginar os autômatos de vapor desenvolvendo relações de ação e reação com supostas leis da robótica (para citar Asimov).

Estamos trazendo o futuro para o passado com classe, com vapor e criatividade. Mas poderíamos ir além e propor o citado embate da moral? Um elemento de certo presente em grandes obras da ficção. E que encontra diversos representantes, como o já citado Asimov e o cerne deste artigo, o mundo de Jornada nas Estrelas ou Star Trek.

Como universo amplo, Star Trek não fornece o capa e espada que Guerras nas Estrelas apresenta, mas é composto por uma complexa relação entre a tecnologia, o desconhecido e a moral humana. Imagine como manter sua confiança, evitar o medo do desconhecido e ainda ser honesto com suas convicções diante de novos encontros e dilemas, bem longe do terceiro mundo ao redor do Sol. Poderia estar no explorador SteamPunk no mundo desconhecido do interior do continente africano, da Amazônia ou dos confins das civilizações perdidas.

O comportamento é chave neste universo e novas culturas e desafios promovem diante da série criada em 1966, por Gene Roddenberry, episódios e mais episódios de como encontros, dilemas e culturas podem ferver a nosso motor a vapor.

Existe talvez a proposta de sermos práticos na criação de um Zepelim com engrenagens complexas de Babbage movendo em uma missão de cinco anos pelo Globo ainda desconhecido, teríamos um bravo capitão e sua tripulação. Engenhosidade, embates aéreos que poderiam se inspirar nos cenários do quase esquecido Spelljamer.

Na série original, pelos fãs chamada de TOS, havia ainda um toque fleumático e calculista representado pelo sr. Spock, hoje tão emblemático na cultura quanto Lord Vader. Em sua postura pacifista e lógica se esconde uma habilidade de conter a agressão muitas vezes superior a humana (o toque Vulcano), ainda que continue sempre contida pela mascara fria desprovida da exploração de emoções.

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Não se engane leitor, o primeiro “Spock” do universo vitoriano de certa “forma” pode ser encontrado na figura de outro viajante incansável porem fleumático e matematicamente calculista, nada menos do que o gentleman, Phileas Fogg.

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A descrição acima é modesta, mas se o leitor conhece a obra poderá refletir se Gene Roddenberry não teve entre suas inspirações o inglês de qualidades exóticas, intrépido, cujas emoções não se percebe. O minimo desastre diante do empreendimento nada provoca ele, que continua a repetir suas falas e análises sempre anotadas em seu caderno, uma matriz matemática perfeita de suas condições.

O universo é tão amplo quando o mundo do século XIX, e o paradigma da distopia SteamPunk nos permite criar estas formas inusitadas, promovendo um inglês calculista em um vulcano que se surpreende as reações humanas diante dos desafios.

Eu até mesmo poderia dizer que as inspirações se cruzam um diálogo como que segue abaixo poderia ser transportado para a mesa de whist:

— Sua vez, capitão — avisou Spock.

— Devíamos estar interceptando aquela coisa agora — disse Kirk, pensativo.

— A ponte vai nos avisar…

—… a qualquer minuto — Spock concluiu a frase para ele. — Eu vou dar xeque-mate em seu próximo movimento, senhor.

— Já falei que joga um xadrez muito irritante, senhor Spock?

— Irritante? Ah, sim, uma de suas emoções terrestres, eu suponho.

Obs: Algumas fontes visionárias para novas aventuras:

THE WOLD NEWTON UNIVERSE – CROSSOVER CHRONOLOGY

Jogando Whist

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O Gótico/Horror SteamPunk pós-apocalíptico

Você talvez esteja se perguntando como conseguir reunir no título tantas conotações sombrias em volta do SteamPunk. Não se assuste, ainda, pois o que temos aqui pode ser algo realmente interessante de se ver.

Comece imaginando uma Londres vitoriana, cercada por enormes murros, armados com ferro e tijolos, as ruas internas estão sempre terminando diversos becos escuros mal cheirosos, a população caminha nervosa, em trajes de uma época vitoriana surrados, com pequenos novos detalhes, como grandes luvas de latex ao estilo BDSM e máscaras de gás bem parecidas com as usadas na primeira guerra mundial, protegendo o corpo de possível contaminação. Enquanto lá fora uma horda de zumbis, cujos corpos em decomposição, continuam marchando para tentar invadir a antiga capital do Reino Unido. Eles são repelidos pelos murros, por placas estrategicamente colocadas por onde fluí uma intensa corrente elétrica.

Este é o mundo do ano 2105. Uma nova idade das trevas iniciada no período vitoriano pela contaminação de diversos seres humanos, que se tornaram por sua vez, Zumbis. O nome desta obra é Unhallowed Metropolis da Hallows Eve, um livro de RPG, que consegue de forma criativa superar o que já foi feito até o momento sobre o mesmo tema.

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Bebendo na fonte de autores conhecidos do cenário gótico / vitoriano, tais como Mary Shelly, Bram Stoker, Edgar Allan Poe, H. G. Wells, Joseph Sheridan Le Fanu, e Robert Lewis Stevenson combinados com elementos da ciência como a descoberta da “eletricidade animal” por Luigini Galvani. O clima de tensão e desespero, sangue e sobrevivência geram um cenário inusitado, crivelmente real e assustador.

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Em tradução livre de um pedaço do livro:

Sem aviso, os mortos começaram a levantar-se e se alimentam da carne dos vivos. Os efeitos da Peste dificilmente podem ser exagerados, durante a noite as cidades do mundo foram invadidas e a sobrevivência se tornou a principal ocupação humana. A natureza da vida e da morte foi totalmente e irrevogavelmente alterada na noite de 9 de dezembro de 1905.

Milhões pereceram no pesadelo que se seguiu, com cidades e vilas caindo diante dos mortos-vivos. Dentro de algumas horas após sua aparência inicial, a infecção se espalhou muito além da possibilidade de contenção.” ( UM p. 10-11)

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O mistério se faz presente na obstinação da ciência e da fé de encontrar um explicação. Os fatos são poucos e ao que parece determinados segredos estão escondidos ao longo dos anos de luta. Não seria a repentina evolução da ciência, com suas teorias da evolução, da eletricidade responsáveis por esta punição supostamente divina?

Mais rápido do que qualquer um gostaria de acreditar ser possível o mundo se afundou em uma era tão escura que faz a primeiro Idade das Trevas (Dark Age) uma era um pouco mais brilhante e iluminada. Em menos de três anos, acredita-se que 18 milhões de cidadãos britânicos morreram, apesar do fato das condições da Inglaterra serem as melhores do que praticamente todo o mundo. Sem qualquer nexo as cidades explodiram, os destroços fumegantes de casas tornam-se unicamente moradias dos mortos, e os campos de refugiados caem um a um, a fome reivindicando tantos seguida por ataques de zumbis externamente (e internamente) aos locais.

O mundo, muda com o regresso dos mortos cada vez mais crescente, estranha e retorcida. Ghosts, médiuns, mesmo os vampiros surgem em meio ao caos. Eventualmente Londres mesma é recuperada, centímetro por centímetro sangrenta. Em mais de 20 anos e mais de 30.000 vidas, mas Londres é totalmente recuperado em 1959. Mesmo assim, a vigilância constante é necessária, como qualquer pessoa que morrer pode reanimar espontaneamente, enquanto aqueles que são mordidos são quase certeza de vão morrer e voltar em pouco tempo.

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Unhallowed Metropolis é um livro completo, com imagens baseadas em fotos reais com certos efeitos. Possui mais de 100 paginas destinadas ao cenário e a historia. Existe plots para investigação a lá Sherlock Homes, busca existencialista como em Frankenstein, até mesmo um thriller sombrio e politico. É um cenário para o publico maduro.

Coloquem seus casacos pesados de couro, as luvas de latex e as mascaras de gás. Espadas são uteis mais as armas de eletricidade são melhores. Os óculos ajudam, e não se esqueça da cartola. Aproveite o dia enquanto a chuva limpa a angustia.

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